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9 de junho de 2013

Sul não tem horizonte



Não te amo como se ama. Não te amo como à saudade. Amo-te, só.
Nossa reinvenção é maior que o tamanho das coisas juntas.
Mais intensa que café preto amargo.
Total sedução e sabedoria fervorosa numa imensidade de feitios livres.
Não te amo preso. Amo-te assim.
Em liberdade.
E, não te prendo ausente, porque te quero, ainda,
sem fim.

(...)
Dignidade não tem preço.
Amor não tem tamanho.
Sul não tem horizonte...

L.Blue